Pensando sobre o amanhã em meio a tudo que estamos vivendo em nossos dias sombrios repletos de surtos de alegrias e tristezas, lembrei-me de uma música antiga chamada “Amanhã” do compositor e cantor cristão Ozéias de Paula cuja letra diz:

Amanhã eu não sei o que virá /O que acontecerá / Aos meus sonhos tão diversos /Amanhã o meu ser se alegrará / ou tristonho ficará / O amanhã eu não sei / Qual será o futuro pra você
Se não se arrepender /Dessas coisas tão errôneas /qual será nesta vida o seu fim / Se continuar assim / Venha logo para Deus / como será, o amanhã /será feito de sofrer / Ou delícias e prazer
Qual será seu horizonte final / Como explicar seu proceder /Nossa vida é um farol / Resplandece a luz do sol / ou então fica sem brilho / Volte logo pra Deus/ Deixa este mundo mau / Venha ser como eu / volte logo pra Deus.”

A música de Ozéias de Paula é um refrigério para esse momento vivido pela humanidade. A questão da incerteza quanto ao que virá amanhã tem produzido ápices de ansiedade e desilusão em alto escala. A dúvida sobre o que virá amanhã tem levado muitas pessoas a paralisarem suas vidas. Mas porque isso ocorre? O visionário Ozéias de Paula responde: “O amanhã eu não sei“. Pergunta: “Como será o amanhã”? Responde: “Será feito de sofrer ou delícias e prazer”. Pergunta: “Qual será o horizonte final”? As perguntas-respostas são estimulantes para os que não se satisfazem com delícias ou prazeres. A vida é plena em sua essência e a busca pessoal por sentir-se parte plena dela às vezes leva a exaustão profundas e sofrimentos desnecessários. É simples: a vida nos é dada para ser vívida! A vida profunda é tão quanto rasa à depender do quanto estamos preocupados(as) em “parecer” e não ser. Ozéias podia não saber o que viria amanhã mas sabia muito bem que a vida tem um horizonte final, um sentido, uma chegada!

É melhor viver não sabendo do que virá amanhã. Já nos basta o dia de hoje que é intenso e preocupante.

Comungo com Ozéias: “nossa vida é um farol” que “resplandece a luz do sol”. Acredito que a vida é mais extraordinária do que vivemos dela (somos mesquinhos com o potencial da vida em nós). O brilho do farol da nossa vida precisa brilhar longe e expulsar a escuridão e o marasmo. A nossa vida deve resplandecer ao invés de apagar frente aos desafios. Toda nossa vida é uma vida só!

O apelo de Ozéias no final de sua música responde a pergunta desse post: “volte logo para Deus”. Voltar-se para Deus é voltar ao propósito pelo qual fomos criados e pelo qual existimos. Quando voltamos para Deus nos preocupamos menos do que virá amanhã, porque Ele nos disse que não devemos nos preocupar com o amanhã, que devemos confiar nEle hoje que Ele suprirá nossas necessidades.

“Qual será nessa vida o seu fim se continuar assim”? “Venha logo para Deus”.

Tenho certeza que o que virá amanhã, ao nascer do sol, é mais uma oportunidade divina de viver a vida perto de Deus, plena e satisfatória. Amém!

Josinaldo

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